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By Ferramentas Blog

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terça-feira, 15 de novembro de 2011

(OXALÁ)




EM RESPEITO   (OXALÁ)


OLHEI MEUS ORIXÁS
ABSORVI

ENROLEI MINHA CAMARINHA
PENDUREI

FITEI MEU ORIENTE
REFLETI

DOBREI MEUS TAPETES
DOEI

DEI AS MÃOS A MEU BUDA
DANCEI

FUI AO MURO DE MEUS LAMENTOS
DESPEDI

QUEIMEI MEU GENOFLEXÓRIO
ACENDI

OLHEI MEUS ORIXÁS
AGRADECI

OLHEI PARA DENTRO
LIVREI,ASCENDI !

Al Samadi

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Poesia escrita pela amiga Sandra Almori


Cores e Sabores



Cores e sabores
enchem os olhos
e promovem prazeres.
Tudo tem cor
e também sabor.

Cores vibrantes
que harmonizam ambientes,
sabores ardentes
por vezes picantes,
que aguçam paladares.

Cada cor nos remete,
traz um sensação,
cada sabor,
uma recordação.

Ambos relembram algum prazer
que em algum momento,
por algum motivo,
foi experimentado
e amplamente explorado.

Variedades mil,
sentimentos e sensações,
intensa ou sutil
provocante ou intrigante.

Mais importante
que o feito,
é o experimento
que em pensamento
é mais que perfeito.

(Sandra Almori)


Ilustração feita pelo amigo El Samuk

 




sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ESTOU SÓ?


EM ALGUNS MOMENTOS PAREÇO ESTAR SÓ


MAS SE OLHO BEM PARA OS LADOS


PERCEBO UMA MULTIDÃO 


ACOMPANHANDO OS MEUS DIAS


E SÃO ÍNDIOS PRETOS VELHOS E CONFEDERADOS 


DO ESPAÇO E DA TERRA


TODOS ELES SÃO MEUS GUIAS


El Samuk 

Raízes de um Portugal





são minhas raízes

de um passado distante

desconhecido, esgotado

enterrado sob as brumas do velho tempo

é meu sangue escorrendo rumo aos rios

marés que levam longe

onde se esconde o meu reino

Portugal.

El Samuk

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A semana



 domingo, pede cachimbo... e eu  acendo o meu na varanda à beira-mar de mim mesmo, sábado que sou . num cálice de porto fino, decido abrir o porões de mim para atacar o bolor de minhas prateleiras  velhas e empoeiradas pelo tempo.  adentrou a luz  e aquilo tudo acatou   instantaneamente que o vento forte do mingo meu removesse os esporos da estagnação. contudo, limpinho eu ninho até segunda que pede paciência... o terço, no quarto em minha quinta que tem sextas de pomos verdes que se nutriram dos daqueles esporos dos porões de domingo, do mingo. no sábado de mim, fresco de novas idéias a baforar, entre vê-las, a passear no porto...

Al Samadi.   

foto : PAS.          

domingo, 7 de agosto de 2011

ALMA me LEVE









Alma livre por ai

Passeando no infinito

Colecionando estrelas

Buscando o paraíso

Passatempo muito rápido

Tão rápido que nem vejo

Pequenas coisas belas

Perdem-se no espaço

Remexendo os sentimentos

Feito folhas no outono

carregadas pelo vento

desfazendo em alegria

Todo o chão aqui dentro...



EL Samuk

Liquidific a dor


Liquidific a dor 

 






















Liquefazendo meus momentos 

Apanhando e rebatendo 

Inventei o que hoje soul

Reguei-me como muito esmero 

Depois das podas que sofri

Mesmo assim me arrancaram 

Sem carinho e atenção 

Caíram as minhas folhas 

Mas minha raiz ficou no chão 

Aliviando a minha dor 

Rebrotando no verão 



El Samuk

Anjo terreno




Anjo terreno


Eu sou!

Um ser alado

Asa longa doce olhar

Com defeitos como todos

Mas quero me aprimorar

Vou buscando a perfeição

Que é difícil de encontrar

Não deve ser impraticável

E quiçá eu chego lá  


EL Samuk

Sonho flor da alma



 

















Sonhar...

Algo tão simples e belo

Ato da alma inspirada

Alma 

Desdobrando-se ela vai 

outros mundos dimensões 

Recarregando aprendendo 

Descobrindo sentimentos 

Mas quando o corpo da sinal 

Ela volta bem ligeiro

Vem guiada pela luz 

Que a mantém no meu canteiro


El Samuk